


Iveco investe fortemente na modernização de sua fábrica, no lançamento de dois novos produtos por ano e no crescimento da Rede de concessionários, ou seja, em ações que refletem diretamente na valorização da marca e dos nossos produtos.
Oferece produtos com um conceito construtivo superior, preparados para suportar as mais severas aplicações, com performance adequada e economia de combustível. Resultado disso é um desgaste muito menor do que o dos concorrentes, restando em melhor estado de conservação após os anos de uso.
Ótimo exemplo da combinação desses fatores é o valor de revenda do Iveco Stralis. A revista Transporte Mundial (leia clicando aqui) divulgou uma pesquisa feita pela Assovesp (Associação dos Revendedores de Veículos Automotores no Estado de São Paulo), abordando o percentual de valorização dos caminhões no primeiro trimestre de 2009. O Iveco Stralis 6×2 2008 foi o caminhão mais valorizado do mercado, aliás, posicionando-se como o único com valorização positiva entre os 10 menos desvalorizados.
Tão importante quanto estar no topo da lista, é constatar que não há nenhum produto Iveco entre os mais desvalorizados.
A escolha por um Iveco é sempre a melhor opção, não só por oferecer custos operacionais bastante competitivos, mas também por valorizar continuamente o patrimônio de quem o adquire.
Nosso compromisso de investimentos na Rede de Concessionários, no desenvolvimento de novas tecnologias e na oferta de produtos com performance superior é contínuo. Portanto é esperado uma evolução ainda maior na valorização de mercado dos caminhões Iveco usados pelos próximos anos.
Suas escolhas colocam você a frente. Escolha Iveco.
Fonte: www.blognovoivecotector.com.br


o Iveco
Top Driver Iveco
Entrega Técnica
Serviço
O Corpo de Bombeiros Militares de Santa Catarina adquiriu recentemente unidades de ambulâncias Iveco modelo 35S14 Granfurgone transformadas pela empresa Rontan.
As viaturas foram adquiridas através de edital da Secretaria de Segurança Pública com recursos oriundos da Defesa Civil.
Conforme as informações do Sr. Antonio César Nunes - Repr. Rontan em SC, as ASU (Auto Socorro de Urgência), estão equipadas com os mais avançados equipamentos de A.P.H. (Atendimento Pré-Hospitalar) disponíveis no mercado como desfibrilador portátil, oximetro, kits de parto, reanimador, oxigenio terapia.
Na parte interna da viatura conta com materiais de alta resistência e totalmente laváveis para fácil assepsia após ocorrências.
Sua sinalização externa conta com vários Led's de alta brilho dando segurança em ocorrências noturnas.
O veículo 35S14 GranFurgone, devido sua agilidade e rapidez no trânsito se enquadra perfeitamente na aplicação de resgate veicular. Seu motor de 136 cv com torque de 31 mkgf produz alto rendimento quando os segundos contam em uma ocorrência. O espaço de 12m³ dentro de seu compartimento de transporte transformado em sala de atendimento garante mobilidade para a equipe de socorristas.
As viaturas foram disponibilizadas em várias cidades de Santa Catarina como Santo Amaro da Imperatriz, Tijucas, Araranguá, dentro outras.
PARABÉNS AO ESTADO DE SANTA CATARINA E AO CORPO DE BOMBEIROS MILITARES PELA ÓTIMA AQUISIÇÃO.



O projeto será feito pela Iveco, empresa do grupo Fiat com experiência no desenvolvimento de veículos militares na Itália e que no Brasil produz veículos comerciais em Sete Lagoas (MG).
Falta ainda definir papéis e responsabilidades no projeto, cronograma de desenvolvimento do protótipo e da produção, além de custos e prazos e engenharia financeira. Por meio do departamento de comunicação, a Iveco informa que dará inicio, agora, junto com o Exército, ao encaminhamento dessas etapas. Na Itália, a divisão de veículos de defesa da Iveco, projeta, desenvolve e produz veículos blindados e de suporte, usada pelo exército italiano e de outros países.
O professor Expedito Carlos Stephani Bastos, pesquisador de assuntos militares da Universidade de Juiz de Fora (MG), calcula que todo esse processo não estará concluído em menos de cinco anos. É o tempo para produzir um protótipo e uma pré-série para, a partir daí, com a aprovação do Exército, iniciar a produção dos veículos.
Não há ainda nenhuma informação sobre o tamanho da nova frota. Bastos estima que os pedidos podem chegar a até 1,2 mil unidades. Na Europa, cada veículo desse tipo custa em torno de 2,5 milhões de euros. Também não foram divulgadas as especificações dos veículos que devem ter características diferentes dos usados hoje.
Os conceitos de guerra mudaram e se antes os combates eram de exército contra exército hoje os conflitos são urbanos, diz Bastos.
A renovação da frota dos veículos militares ganha complexidade à medida em que o Exército precisou buscar um novo fabricante local. Os veículos usados hoje foram produzidos pela Engesa (sigla de Engenheiros Especializados S.A), uma empresa paulista, de capital nacional, especializada no setor de defesa, que faliu em 1993.
Grupo Iveco
Iveco no Brasil